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TRANSFORMAÇÃO DIGITAL

 

Parece ficção. Só parece.

 

A transformação das empresas não é mais uma questão de “e se acontecer”, mas sim uma questão de “quando vai acontecer”, e a resposta está em nossa cara: agora.

 

Muito além dos aspectos de nossa vida pessoal, a tecnologia está influenciando drasticamente os setores empresariais. Ter toda sua comunicação voltada ao universo digital se tornou apenas o primeiro passo em direção ao progresso, e são exatamente esses fatores que vamos abordar daqui para frente.

Conheça os pilares, os números, as principais práticas de quem já acordou para essa nova era e descubra como você pode seguir o mesmo caminho para não parar no tempo.

Bem-vindo à Transformação Digital.

01.Adapte-se ou morra

A tecnologia se tornou a mais poderosa aliada da sua empresa, transformando todos os processos em digitais. Utilizá-la como principal meio de relacionamento com seus clientes está mais ligado à maneira como sua empresa se organiza e opera do que a forma como ela se comunica.

“67% da jornada do comprador agora é feita digitalmente. Isso significa que sua estratégia digital é mais importante do que nunca.”

Entenda o que é a Transformação Digital, como ela está mudando o mercado e a forma como as empresas precisam se adaptar a ela o mais rápido possível.

A comunicação tem na tecnologia agora o seu canal direto, responsável por ler e traduzir a voz do cliente e direcionar as ações de toda empresa.

Seu produto pode não ser tecnologia, você pode não vender um aplicativo, mas a sua empresa é conhecida, reconhecida, comunicada e julgada por meio da tecnologia. Todas as empresas devem ser capazes de se conectar e satisfazer seus clientes através de experiências baseadas em softwares. É isso ou ficarão para trás!

“Até 2020, a experiência do cliente superará o preço e o produto como o diferenciador-chave da marca. 86% dos compradores pagarão mais para terem uma melhor experiência.”

Para transformar o seu negócio e permitir que esses novos canais gerem valor real para você, é preciso repensar as ações e integrar o digital no core do funcionamento da empresa, tornando-o parte do seu DNA.

Para isso, é importante estar atento e saber interagir perfeitamente com os drivers da transformação. E, acima de tudo, agir com velocidade. O seu negócio precisa se transformar agora, e não daqui a alguns anos.

 

02.Eras digitais

O processo de transformação digital tem início com uma estratégia de avaliação do negócio, em um cenário predominado por incertezas e que exige foco nos desafios que virão.

É necessário imaginar como as tecnologias digitais poderão impactar o negócio, pensando em todas as possíveis rupturas do mercado, estando aberto às mudanças e reestruturações nos seus processos para, então, traçar o destino a ser alcançado.

A transformação digital atingirá de maneira disruptiva todos os setores e mercados mais rápido do que imaginamos. Empresas estão sob sucesso e o risco do desaparecimento do próprio negócio, pois mesmo com o suporte das tecnologias, dependem muito da capacidade de compreenderem a amplitude da transformação que precisam e do desafio de implementarem suas estratégias digitais o mais rapidamente possível.

A essência da transformação digital consiste basicamente em:

digitalização → desmaterialização → desmonetização → democratização → disrupção.

O fato é que as empresas precisam se antecipar, criando a auto-ruptura, antes que outro negócio provoque a disrupção. Para não ser pego de surpresa, você mesmo a provoca, gerando desafios e riscos e abrindo novas oportunidades para o seu negócio.

Transformação digital não é uma adoção massiva de novas tecnologias, mas uma revolução digital no mundo dos negócios.

03.Pirâmide digital

Quando falamos de transformação digital dentro de organizações tradicionais, a primeira pergunta que fazemos é se a empresa já tem presença digital ou se já iniciou a mudança para acompanhar o mercado.

Afinal, muitas das pessoas que nem imaginavam o quanto a tecnologia evoluiria estão inseridas atualmente como usuários.

O exemplo mais expressivo é a utilização de smartphones. Tão fáceis de utilizar e tão intuitivos, que a comum resistência a novas tecnologias se esvaiu.

Mesmo com maturidade digital baixa, pessoas que se defrontaram com a era da TI após seus 40 anos utilizam ferramentas e aplicativos. Essa mudança de comportamento transformou claramente a forma de nos relacionarmos e, consequentemente, a forma como consumimos.

Foram tantos benefícios que o mercado naturalmente foi se adaptando numa velocidade avassaladora. Com a democratização da banda larga há alguns anos, as informações que precisávamos estavam literalmente em nossas mãos: um endereço, um telefone, uma receita, uma dúvida em meio a uma discussão, uma notícia, o site de um eletroeletrônico que esclarece detalhes técnicos de um produto e até um outro comparando preços do mesmo produto em diferentes lojas.

Toda essa praticidade aliada à economia de tempo e dinheiro fez com que fosse criado um conceito de como os produtos devem atender o usuário - independente da faixa etária.

“Já no final de 2017, o crescimento da receita de produtos baseados na informação foi o dobro do restante do portfólio de produtos/serviços, para um terço de todas as empresas”. Fortune 500

Hoje, o relacionamento de marcas com pessoas devem ir muito além do que é feito pelo setor de marketing. Toda a jornada do consumidor deve ser desenhada com foco na melhor experiência do cliente, oferecendo suporte de qualidade não só nos touchpoints, mas sim em todo o processo.

Resumindo, essa revolução - chamada transformação digital - tem como base a tecnologia em prol do SER HUMANO - suas preferências e suas novas necessidades.

Liberte o potencial humano da sua marca através da tecnologia.

Analisando a indústria e seus atuantes, percebemos que a mudança das organizações e seus mindsets para se adaptar ao novo cenário é uma necessidade fundamental - e aqui falamos em termos de sobrevivência.

Uma estrutura hierarquizada e rígida não resistirá ao dinamismo da digitalização.

Inicialmente, consideramos se a empresa já tem um site, perfil nas redes sociais, automação de e-mail... ou seja, formas de se comunicar com o público conectado. No entanto, a transformação digital vai muito além do marketing. Dentro do processo empresarial, essa mudança é fundamentada em três pilares:

Operações, Experiência do cliente e Modelo de negócio.

04.Quanto mais dados, mais insights

Na transformação digital, os clientes estão interagindo com a empresa de novas maneiras e a experiência do usuário está influenciando fortemente nas decisões de compra. Em outras palavras, as expectativas do cliente de desempenho e segurança, em diferentes pontos de contato digitais, estão colocando demandas sem precedentes no negócio. Por isso, as organizações estão estudando como incorporar novas tecnologias para atender a essas exigências de forma eficiente, de modo a impulsionar o crescimento de novos negócios e se manter à frente de seus concorrentes.

O primeiro passo para iniciar essas mudanças consiste em seus dirigentes analisarem o impacto da transformação digital no desempenho do negócio, avaliando quais ferramentas podem torná-lo mais eficiente e quais as práticas que devem ser adotadas para sustentar essa mudança de mindset.

Para medir esse impacto, sugerimos analisar 14 indicadores-chave de desempenho (KPI’s), divididos dentro dos 3 pilares citados acima, que lhe permitirão comparar sua organização com a realidade do mercado. Estamos falando de foco no cliente, eficiência operacional e modelo de negócio, no qual dividimos em duas partes: agilidade e crescimento.

Indicadores-chave do impacto da transformação digital

Foco no cliente

Experiência do cliente;

Fidelização;

Satisfação: Net Promoter Score (NPS).

Eficiência operacional

Produtividade dos funcionários;

Recrutamento e retenção de funcionários;

Custos relacionados a TI (tecnologia da informação);

Qualidade dos processos / aplicações de desenvolvimento;

Alavancagem da inovação de desenvolvedores terceirizados;

Eficiência operacional ou de processo.

Modelo de negócio - agilidade empresarial

Tempo para tomar uma decisão/agir sobre oportunidades;

Velocidade para o mercado (tempo para desenvolver, testar e lançar novos produtos).

Modelo de negócio - crescimento

Crescimento da receita/novas fontes de receita;

Alcance digital;

Diferenciação competitiva.

Uma pesquisa global realizada com a participação de 1.770 executivos seniores de negócios e TI em maio e junho de 2016, em 21 países, buscou medir o impacto da transformação digital nas organizações. Utilizaremos como base o resultado dessa indexação sobre o scorecard para mostrar a extensão do desempenho das empresas após a transformação digital.

Foco no cliente

Um exemplo de como manter foco no cliente é garantir um alto nível do serviço digital. Os clientes têm mais propensão a interagir com a empresa através de um aplicativo ou site do que com um funcionário. Com as facilidades da web, o usuário está cada vez mais exigente, visto que consegue interagir com muito mais empresas em menos tempo - e a comparação é inevitável.

Isso significa que na era digital, seus aplicativos, site e redes sociais são a sua marca. A Gartner Research afirma que até 2020, os clientes irão administrar 85% de seu relacionamento sem falar com um ser humano.

74% dos entrevistados reportaram que melhoraram a experiência do cliente após a transformação digital e que a satisfação e retenção de clientes cresceram 40% e 38% respectivamente.

Eficiência operacional

Eficiência é crucial para as organizações se moverem com velocidade: isso é sinônimo de economia. Com esse cenário, a empresa consegue liberar recursos para investir em atualização, além de atração e retenção de talentos para impulsionarem tais iniciativas. Em seguida, falaremos sobre os facilitadores da transformação digital e ficará mais fácil de entender como se organizar para ter ganhos operacionais.

No entanto, algo que não pode ser esquecido é que as pessoas são fundamentais para desenhar a estratégia adequada para sua empresa e conduzir com inteligência tais processos. Tanto que 70% das organizações se tornaram mais efetivas no recrutamento e retenção de funcionários com a transformação digital.

Na pesquisa, constatamos que dois elementos centrais de eficiência melhoraram em quase dois quintos: a produtividade dos trabalhadores aumentou 39% e a eficiência operacional em 38%.

Modelo de negócio - agilidade empresarial

Hoje, os usuários de aplicativos exigem atualizações cada vez mais rápidas em relação a melhorias e necessidades. Como exemplo podemos citar o Instagram: quando lançado, tratava-se do compartilhamento de fotos com opções de privacidade. Em 2016, já era possível postar vídeos, tanto na sua timeline, quanto nas histórias que ficam disponíveis por apenas 24h - fazendo frente ao concorrente Snapchat.

Em 2017, lançaram a possibilidade de curtir comentários - antes só respondidos. Também tornou-se possível enviar histórias apenas para um usuário - via Direct Message - e até bloquear o aparecimento das mesmas para algum perfil específico. Dentre outras mudanças, tais como animações, fontes e efeitos.

Como neste caso, os ciclos dos softwares são de apenas algumas semanas, reduzir o tempo de decisão e colocação no mercado é essencial. Após a implantação do processo de transformação digital, foi constatado que a velocidade de colocação de um produto no mercado aumentou 33% e o tempo necessário para tomar decisões diminuiu em 32%.

  1. Maturidade digital

A partir de uma pesquisa realizada com mais de 1750 executivos, foi possível analisar a maturidade digital das empresas com base na implementação dos facilitadores da transformação digital que citamos acima. Isso permitiu categorizar cada organização como usuário avançado, básico ou limitado e mensurar essa relação com o desempenho do negócio.

Poucas organizações já estão com os processos facilitadores implementados integralmente. Podemos observar no gráfico abaixo essa relação. Em metodologia ágil e DevOps, por exemplo, somente 33% e 36%, respectivamente, das organizações estão avançadas. Atualmente, o processo com mais adesões integrais é o gerenciamento de API’s, adotado por mais da metade das empresas entrevistadas. O menor índice de adesão é a segurança centrada na identidade do usuário, com apenas 25%.

Fonte: Coleman Parkes Research

A performance da organização está diretamente ligada ao seu nível de maturidade digital. Quanto mais evoluídos os componentes de um programa de transformação, como processos centrados em tecnologias inteligentes, pessoas capacitadas e ferramentas, melhor o desempenho comercial das empresas.

À medida em que a empresa evolui para o nível digital avançado, apresenta melhor desempenho, chegando a ser 50% superior às corporações que estão no nível básico. Por exemplo: o resultado é melhor em 52% quando tratamos de gerenciamento de API’s. Esses níveis de melhores práticas ficam em 35% e 33% quando observamos DevOps e metodologias ágeis, respectivamente. Já em segurança centrada na identidade, o índice de desempenho é 24%.

No entanto, muitas empresas ainda não iniciaram o processo da transformação digital. Em sua grande maioria, contém sites e redes sociais, mas não exploram comercialmente esse canais. Há outras que evoluíram e iniciaram o desenvolvimento de marketing para apresentação da marca, adotando o inbound marketing, automação de e-mails e conteúdos para conduzir o cliente pela jornada do comprador. Mas a maior parte do mercado não deu o terceiro passo, ou seja, não tornaram este o processo central da empresa.

“15% das organizações globais estão atrasadas, 32% só acompanham a marca e 34% estão avaliando a transformação digital.”

Dell

Segundo a Dell, 15% das organizações globais estão atrasadas, 32% só acompanham a marca e 34% estão avaliando a transformação digital. Apenas 19% das organizações estão concentradas em explorar essa via de mão dupla, interagindo digitalmente com os usuários com o intuito de expandir seus resultados, destacando-se em canais, vendas, novos serviços e experiências de clientes - desde a atração até o pós-venda, quando é trabalhada a fidelização e condução para que os usuários se tornem embaixadores da marca.

Podemos afirmar que, quanto maior a empresa e menor a sua adaptabilidade à transformação digital, maiores serão suas perdas de receita - isso porque a corporação atinge um número maior de pessoas que estão migrando suas formas de consumo. Em contrapartida, empresas com menor capacidade de liderança de mercado ganham espaço quando adeptos a práticas subjacentes à transformação digital. A eficiência da geração de receita está intimamente ligada a esse movimento digital, como podemos comprovar por meio dos indicadores da pesquisa realizada.

No gráfico abaixo, observamos como se dá a eficiência de geração de receita através da relação entre a capacidade digital e liderança de mercado.

Eficiência na geração de receita

Fonte: Oracle Open World 2014 - Dr Didier Bonnet

Números da Transformação Digital global

84%

Atração e retenção de talentos

82%

Tecnologias para redefinir os negócios e interações com o clientes

81%

Desenvolvendo uma visão para o novo, negócios digitais

80%

Conhecimento do time para novos negócios

77%

Das empresas alegaram crescimento em novos negócios

77%

Das organizações apontaram melhoria da experiência do cliente

75%

Dos empreendimentos obtiveram melhoria na satisfação do cliente

73%

Aumentaram o alcance digital

71%

Aumentaram a velocidade para o mercado

70%

Das empresas melhoraram o tempo de decisão

74%

das empresas notam melhoras na experiência do consumidor

76%

de aumento do alcance digital

32%

de redução do tempo da tomada de decisão

33%

de aceleração do tempo para o mercado

40%

de aumento na satisfação do cliente

37%

de acréscimo em fontes de negócio

97%

relataram uma melhora na experiência do cliente

55%

disseram que as novas receitas haviam subido

93%

relataram maior alcance digital

Fonte : TD

 

 

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